Será que devemos ter mesmo muitos amigos?

Será que devemos ter mesmo muitos amigos

Existe um ditado popular que diz que os amigos se contam nos dedos de uma mão. Há uma corrente muito conhecida que acredita que temos poucos amigos verdadeiros no decorrer da vida. Dizem que amizade está em extinção, que ninguém pode confiar em ninguém, etc. O pior é que quanto mais dizemos essas coisas, mais essas coisas vão se tornando reais e nós vamos aceitando com mais naturalidade.
Os seres humanos tem algo fantástico dentro de sua estrutura: Fomos feitos à imagem de Deus! O Criador plantou dentro de cada um de nós algumas das características que só existem dentro dele mesmo!

O poder da inteligência

Somos inteligentes. Temos o poder de escolher se queremos ou não, se aceitamos ou não! Somos providos da capacidade de antecipar mentalmente os acontecimentos e fazer projeções múltiplas, coisas que nenhum outro ser vivente sobre a terra pode fazer.
Além de todas estas qualidades herdadas do Pai, podemos ter dentro de nós um pedacinho da essência de quem nos criou: O amor! Sentimento maior! Inexplicável e incompreensível amor que, mesmo com todo o mistério que ronda suas manifestações, pode ser sentido de uma forma tão forte que quase podemos tocá-lo, de tão poderoso e presente que é em nossas vidas e relações!
Além disso, isso maravilhoso dom ainda conta com diversas formas de manifestação! Há muitos tipos de amor: De pai, de mãe, de irmão, etc. Há até formas de amar que não são dotadas de nenhum tipo de justificativa física, como laços sanguíneos, por exemplo. O amor dos amigos.

Amigos são faíscas de Deus

As amizades são rastros divinos improváveis que precisam ser cuidados e semeados por todos os lugares. Devemos querer e podemos ter milhares de amigos! Pois onde estiver o desejo de ser relevante para alguém, há ali uma faísca valiosa de um fogo consumidor com o qual Deus quer salvar a humanidade.