5 maiores inimigos da memória

5 maiores inimigos da memória

Manter uma memória ativa e saudável é uma das principais preocupações de quem chega à maturidade. Muitas patologias nesta área podem ser evitadas se pudermos dar mais atenção aos vilões que minam o equilíbrio da mente.

Os cinco maiores vilões da memória

5 maiores inimigos da memória

1. Estresse

Falta de tempo para o lazer, problemas na família, dificuldades financeiras… Esses são apenas alguns motivos que podem desencadear o estresse. O corpo de uma pessoa estressada libera maior quantidade de radicais livres, moléculas altamente reativas que, em excesso, atacam as células, provocando envelhecimento precoce. O estresse, mesmo que moderado, também se relaciona à distração, impulsividade e dificuldade de raciocínio.

2. Tabagismo

O consumo de tabaco está vinculado a um maior risco de perda de memória em pessoas de meia-idade e idade avançada, de acordo estudo realizado pelo Instituto Nacional da Saúde e Pesquisa Médica, na França. Outra pesquisa, feita na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, apontou que o cigarro diminui o fluxo sanguíneo em áreas do cérebro envolvidas na formação de memórias.

3. Falta de sono

Dormir mal ou dormir pouco desregula o sistema nervoso e os neurotransmissores responsáveis pela memória. É durante o sono profundo que o cérebro absorve os novos conhecimentos, assim, não basta dormir bastante se a qualidade do sono é baixa. Problemas dessa natureza também podem ocasionar momentos de estresse, mais um problema relacionado às falhas de memória e á falta de concentração.

4. Medicamentos

Alguns medicamentos afetam a memória de curto prazo, alguns apenas durante o uso e outros também após o fim do tratamento. É o caso de remédios para ansiedade e insônia, anti-hipertensivos e relaxantes musculares, que podem causar dependência. Por isso, evite tomar esses tipos de remédio sem indicação médica.

5. Falta de prática

Pôr em prática aquilo que se aprendeu na teoria é uma ótima forma de fazer o cérebro absorver as novas informações. Fazer a lição de casa algumas horas após as aulas, por exemplo, faz com que os estudantes entendam melhor o que lhes foi passado na escola. O mesmo acontece quando se aprende um idioma novo nas aulas: bater um papo com os amigos usando a língua estrangeira favorece a absorção das novas palavras pelo cérebro. A capacidade de memorização pode aumentar em até 20% quando se pratica o que foi aprendido.