5 alimentos Transgênicos do nosso dia a dia

alimentos Transgênicos do nosso dia a dia

Transgênicos ou organismos geneticamente modificados, são aqueles que tem um gene de um ser vivo inserido em seu código genético, para alterar uma determinada característica em sua composição. Vários produtos assim já estão nos supermercados, um fato que pode ter escapado a muitos consumidores – apesar da rotulagem obrigatória, de produtos com até 1% de componentes transgênicos.

Os transgênicos ainda geram muitas polêmicas quanto ao risco de se comer um alimento que possui características vindas de um outro ser, como também o que o consumo desse alimento pode trazer a longo prazo.

5 principais alimentos transgênicos do nosso dia a dia

MILHO

5 alimentos Transgênicos do nosso dia a dia

Com as variantes transgênicas respondendo por mais de 85% das atuais lavouras do produto no Brasil. Dezoito variantes de milho geneticamente modificado foram autorizadas pelo CTNBio, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia que aprova os pedidos de comercialização de OGMs.

ÓLEO DE COZINHA

5 alimentos Transgênicos do nosso dia a dia

Os óleos extraídos de soja, milho e algodão, são os principais entre as culturas geneticamente modificadas.

SOJA

5 alimentos Transgênicos do nosso dia a dia

A maioria da soja transgênica vai direto para a alimentação dos animais, o seu subproduto que é o óleo, é o que consumimos e há ainda o leite de soja, tofu e bebidas de frutas, todos tem proteínas transgênicas, a não ser que tenha vindo de uma soja não transgênica.

ABOBRINHA

5 alimentos Transgênicos do nosso dia a dia

Seis variedades de abobrinha resistentes a três tipos de vírus são plantadas e comercializadas nos Estados Unidos e Canadá. Ela não é vendida no Brasil ou na Europa.

FEIJÃO

5 alimentos Transgênicos do nosso dia a dia

A Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, conseguiu em 2011 a aprovação na CTNBio para cultivar comercialmente uma variedade de feijão resistente ao vírus do mosaico dourado, tido como o maior inimigo dessa cultura no país e na América do Sul. As sementes foram distribuídas aos produtores brasileiros – livre de royalties – em 2014, o que pode ter ajudado o país a se tornar autossuficiente no setor. É o primeiro produto geneticamente modificado desenvolvido por uma instituição pública brasileira.