As melhores cidades grandes do Brasil para a terceira idade

As melhores cidades grandes do Brasil para a terceira idade

Uma pesquisa feita em quase 500 cidades do país pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon em parceria com a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP) mostra quais são as melhores cidades do país para viver após os 60 anos.

O trabalho se baseou em sete indicadores gerais: Cuidados de saúde, Bem-estar, Finanças, Habitação, Educação e trabalho e Cultura e engajamento. Os resultados incluem três rankings principais para cada cidade: para o envelhecimento da população em geral, para as pessoas com idade entre 60 a 75 anos e, por último, para as pessoas acima dos 75 anos.

As 10 melhores cidades grandes para a terceira idade

As melhores cidades grandes do Brasil para a terceira idade

1º lugar – SANTOS (SP)

Com mais de 430 mil habitantes, a cidade do litoral paulista tem o maior complexo portuário da América Latina e se destaca pelo baixo número de população de baixa renda. Além disso, apresenta ótimo desempenho nos indicadores culturais, principalmente pelo bom número de cinemas e pelo acesso a TV a cabo. Outros fatores que levam a cidade à liderança do ranking é a maior frequência de casamentos envolvendo idosos e com acesso a serviços de planos de saúde.

2º lugar – FLORIANÓPOLIS (SC)

Florianópolis se destaca por ter uma parcela baixa de população de baixa renda, algo que é possível notar também entre os idosos. O acesso à internet e a TV a cabo é outro fator que leva a capital de Santa Catarina ao Top 10 do ranking.

3º lugar – PORTO ALEGRE (RS)

A capital gaúcha é a quinta maior cidade do país e enfrenta problemas comuns às metrópoles brasileiras. Por outro lado, tem inúmeros prêmios nacionais e internacionais que a indicam como um dos melhores lugares para moradia, trabalho, estudo e se diversão.

4º lugar – NITERÓI (RJ)

Niterói possui o maior número de médicos por habitantes entre as 150 maiores do Brasil e também se destaca na questão cultural, ao apresentar um alto índice de residências com internet fixa.

5º lugar – SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (SP)

A cidade do interior paulista é destaque na área de educação, especialmente no número de horas diárias de aulas ministradas e à baixa distorção idade/série.

6º lugar – RIBEIRÃO PRETO (SP)

A infraestrutura do ensino, da pesquisa, da saúde e dos serviços é resultado da força do agronegócio, propulsor econômico da região. Na pesquisa, Ribeirão Preto lidera o número de instituições de longa permanência para idosos e dispõe de uma grande quantidade de cinemas, contribuindo para alcançar bom desempenho na área cultural.

7º lugar – JUNDIAÍ (SP)

Jundiaí atrai cada vez mais empresas de tecnologia interessadas em sua infraestrutura sustentável e boa qualidade logística. E é no indicador de trabalho que coloca a cidade entre as 10 melhores, principalmente por ter uma reduzida taxa de desocupação.

8º lugar – AMERICANA (SP)

A cidade hoje se destaca como um dos principais polos têxteis da América Latina e oferece boa infraestrutura em hotelaria, gastronomia e logística. Educação e trabalho são aspectos que se destacam positivamente na cidade. Soma-se a esses os fatores de trabalho, com uma baixa taxa de desocupação encontrada entre sua população.

9º lugar – VITÓRIA (ES)

Vitória ficou na liderança entre as 150 maiores cidades do Brasil nas questões relativas a saúde, principalmente por apresentar os maiores números de estabelecimentos de saúde com atendimento ambulatorial e equipamentos para diagnóstico.

10º lugar – CAMPINAS (SP)

O bom desempenho em Cultura e engajamento põe Campinas entre as dez primeiras do ranking, com alta disponibilidade de cinemas, acesso a serviços de internet e TV por assinatura.