Calçado com GPS para segurança de pessoas com Alzheimer

Sapato com GPS para segurança de pessoas com Alzheimer

A GTX Corp acaba de anunciar a fabricação de um novo dispositivo para ajudar pessoas portadoras do mal de Alzheimer a se tornarem mais independentes. O lançamento é um grande passo, pois se trata de um calçado com GPS embutido, que será lançado no mês de novembro nos Estados Unidos e deverá ter, segundo a expectativa do fabricante, um preço acessível. O primeiro lote do produto contém 3 mil pares que serão distribuídos em lojas específicas.

Como funcionará o dispositivo

Sapato com GPS para segurança de pessoas com Alzheimer

Veja também:

Alzheimer: O que eu preciso saber

Através deste inovador dispositivo localizador integrado ao tênis, os familiares podem fazer o download de um aplicativo para smartphone e acompanhar em tempo real, de qualquer lugar, os passos da pessoa que está usando o sapato. Além disso, é possível traçar no mapa uma “zona de segurança”, permitindo ao portador da doença caminhar por onde quiser, sem correr perigo. Ao sair dessa zona pré-determinada, o calçado com GPS aciona um alerta, que automaticamente avisa o celular contendo o dispositivo.

O design do sapato é muito parecido com um modelo convencional, com exceção de uma pequena elevação perto do calcanhar, onde está localizado o dispositivo GPS.

Outros dispositivos rastreadores

Esse não é o primeiro produto voltado para rastrear pessoas que sofrem de Alzheimer. Relógios, braceletes e outros gadgets estão disponíveis no mercado, mas não garantem que o paciente sempre vai estar com o objeto que tem o dispositivo embutido.

O mal de Alzheimer

Sapato com GPS para segurança de pessoas com Alzheimer

O mal de Alzheimer é uma das doenças mais frequentes entre idosos, caracterizada por um progressivo declínio em certas funções como memória, orientação no tempo e no espaço, aprendizado, problemas da linguagem, comunicação e capacidade de realizar tarefas cotidianas, mudança da personalidade e capacidade de julgamento, entre outros. Estima-se que 1 milhão e 200 mil pessoas sofram da doença somente nos EUA. No mundo, o número de pacientes chegaria a 35,6 milhões.