Infecção, contaminação e contágio emocional

Infecção, contaminação e contágio emocional

Essas três palavras costumam orbitar em áreas especificas de nossas vidas. Na realidade elas são mais comumente encontradas em realidades relacionadas à saúde. Estão presentes em laudos médicos, compêndios de saúde e programas televisivos, onde se estejam apresentando talvez, alguma estatística de uma nação ou do risco iminente de uma epidemia mundial.
Sem nos ater aos significados formais de cada uma delas, vamos nos basear no que essas palavras dizem popularmente, quando são utilizadas por pessoas comuns, no dia a dia. Esse formato será mais útil para traçar um paralelo com seus significados aplicados às relações interpessoais.

Infecção emocional

Poderíamos explicar como infecção emocional essa coisa que acontece dentro das pessoas quando estão magoadas, feridas, encolerizadas. Afetadas por algo ou alguém, tem seus sistemas de proteção vencidos, dando espaço então para o nascimento de um núcleo tumoral destrutivo que cresce a todo o momento, afetando cada célula do corpo. Aniquila toda normalidade, destrói a alegria e o ânimo, promovendo somente dor e choro.
Por causa da característica de troca mútua, os infectados emocionalmente espalham esses vírus por onde vão.

Contaminação relacional

Conversas, encontros e até simples olhares são capazes de disseminar esse mal, infectando multidões. A contaminação acontece e a transmissão instala nos novos infectados, quando sem perceber, a tristeza encontra nova morada.

O bom contágio

Ainda bem que existe um antídoto poderosamente eficaz que combate essa anomalia, impedindo-a de destruir a humanidade. O bom contágio do amor!
Corações que lutam contra malícias, maldades e interesses escusos, são microambientes propícios para a geração dessa energia maravilhosa que brota do âmago de Deus e se transfere interminavelmente, fazendo jorrar de milhões de lugares ao mesmo tempo, regulando a temperatura de amor do mundo!

Aonde essa onda chega, cura a chaga, seca a lágrima e ameniza a dor! Cura não só o receptor, mas também o emissor, que não é dono da fonte, mas se beneficia primeiro por ter sido canal de transferência.

Crianças, moças e rapazes, homens e mulheres de qualquer lugar, idade ou realidade social podem ser os portadores desse bálsamo, para o qual só basta uma coisa para gera-lo: Escolher manter o amor como sílaba tônica de sua existência, insistindo em acreditar nas pessoas e acreditando que a atenção, o carinho e cuidado cabem em qualquer lugar, em qualquer lugar, em qualquer lugar.