Como viver em um mundo de aparências

Como viver em um mundo de aparências

O visual está em alta! Nunca se valorizaram tanto as aparências como nos tempos em que temos vivido. Uma boa embalagem pode sair na frente, inclusive de outros produtos com maior qualidade, mas sem uma apresentação bombástica. Essa característica alcança praticamente todas as áreas de relacionamento que os seres humanos têm, ou seja: Em todos os tipos de contato que temos com o mundo.
Desde os produtos de consumo básico como alimentos, vestuário, etc., até outras áreas do consumo onde o luxo e o requinte dominam. Até mesmo se tratando de carros ou casas, os quesitos que antes eram tidos como mais importantes, deram lugar ao império da beleza.

Combatendo o império da aparência

Infelizmente, essa característica alcançou até as relações humanas. O estereotipo fala mais alto e muitas vezes é o elemento que determina a escolha de alguém para algum cargo de emprego, por exemplo, vencendo inclusive sobre outros com uma maior capacidade para o cargo.
Certa ocasião, Jesus contou uma história interessante aos seus discípulos, que terminou com uma pergunta intrigante. Disse ele: – Havia um homem que tinha dois filhos. Chegando ao primeiro, disse: Filho, vá trabalhar hoje na vinha.
E este respondeu: Não quero!  Mas depois mudou de ideia e foi.
O pai chegou ao outro filho e disse a mesma coisa. Ele respondeu: Sim, senhor! Mas não foi.
Qual dos dois fez a vontade do pai? (Mateus 21:28-31)
Dessa forma Jesus está sinalizando que essa vida de aparências não deveria ser tão valorizada, deixando bem claro que o que se faz é que tem importância. Na “historinha” que ele contou os dois irmãos representam exatamente essa relação do “parecer” e do “ser”. E com a pergunta final ele nos instiga a concluir pelo menos 2 coisas: Primeiro que o mais importante é o que realizamos e não quando só falamos, e em segundo lugar que independente de quanta besteira falamos, se resolvermos em algum momento passar a agir da maneira correta, seremos aprovados certamente, sem nenhuma hesitação.